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Joaquim Sousa / Diretor da EB 123/pe do Curral das Freiras

Em alguns momentos, e para alguns profissionais da educação, os meios tecnológicos competem hoje com o professor tradicional enquanto elemento primordial do processo de ensino-aprendizagem.

Contrariando esta tendência, considero que a figura do professor é determinante para a consolidação de um modelo ideal de educação, ainda que a internet tenha trazido um acesso quase ilimitado ao conhecimento existente e à informação, podendo os alunos ter acesso ao conhecimento sem a presença orientadora do professor.

Por tudo isto, é fundamental que o professor se adapte aos tempos modernos e não se limite a ser um replicador passivo de conhecimento, assente num livro, num powerpoint ou numa fotocópia, pois, se assim for, continuaremos a assistir à decadência não só da escola como da ideia de sociedade humanista tal qual a conhecemos.

O professor, enquanto elemento ativo do conhecimento, terá indubitavelmente de partilhar esse papel não só com a família e os amigos, mas também com os mass media e, em particular, com a internet. O papel primordial do professor está hoje na sua capacidade de incutir no aluno algo tão extraordinário como a curiosidade pelo saber e a saber alimentá-la.

Sendo assim, terá também a escola de se readaptar como o tem feito ao longo dos últimos dois mil e quinhentos anos, virando o foco do conhecimento empírico para o sustento de uma curiosidade incessante.
Cada criança deve poder trilhar o seu próprio caminho e o professor é aquele que continuamente deve alimentar a sua curiosidade e a escola deve permanentemente abrir portas e janelas de oportunidade a todos os jovens, pois não deve perder o seu sentido de equidade e de efetividade social que transporta desde a implantação da democracia.

Podemos então questionar: por que razão é necessário o professor, quando já não é, garantidamente, o alfa e o ómega do saber e do conhecimento? Ele pode e deve ser por excelência o mediador dos saberes, o treinador, o filtro e o potenciador do(s) conhecimento(s), da cidadania da excelência, numa sociedade de verdades cientificamente comprovadas que são, por vezes, duma verdade tão duvidosa? Estaremos enquanto sociedade a criar jovens sem sentido crítico, replicadores de verdades de alguém ou jovens verdadeiros agentes do conhecimento, que não admitem asserções sem legitimidade?

É comummente aceite que os jovens não devem perder o seu sentido crítico? Será que a sociedade está aberta a ser escrutinada por esta nova geração?

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A final da Taça da Liga, a primeira de sempre da história do Marítimo, vai, segundo apurou o AgoraMadeira, ser jogada a 29 de Maio e não a 30 como o clube madeirense inicialmente pretendia.

Já o Benfica preferia antes, a 28, mas a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) vai escolher uma data intermédia que, em parte, acaba por ser favorável aos interesses da coletividade verde-rubra já que é uma sexta-feira e dá a possibilidade aos adeptos verde-rubros de permanecerem no continente durante o fim de semana.

O jogo é em Coimbra e deverá ser jogado ao final da tarde. A FPF não quis o jogo no fim de semana visto que a 31 de Maio joga-se a final da Taça de Portugal, no estádio Nacional, no Jamor, e o organismo que superintende o futebol português não quer sobrepor os momentos de forma a não retirar a devida importância aos mesmos.

Logo que seja conhecida oficialmente a nova data, agora revelada pelo AgoraMadeira, o Marítimo vai começar a organizar tão importante deslocação de forma a juntar o maior número de adeptos possível tendo em conta que este é um momento histórico da vida do clube verde-rubro.

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Teatro do AVESSO apresenta ‘Os Rústicos’, uma comédia de costumes, do autor Carlo Goldoni, a não perder no Centro Cultural John dos Passos. 

avesso

Depois de ‘O Servidor de Dois Amos’, o Teatro do Avesso volta a presentear o seu público com uma produção do mestre italiano Carlo Goldoni. ‘Os Rústicos’ assim se chama a comédia de costumes que vai subir ao palco do Centro Cultural John dos Passos, na simpática vila da Ponta do Sol, no próximo dia 15 de Maio.

Divirta-se com esta divertida história que “satiriza comportamentos, ridiculariza atitudes e escarnece  alguns  modos de pensar ultrapassados” e que conta com a participação especial dos formandos do Curso Profissional de Artes do Espetáculo – Interpretação do Conservatório – Escola Profissional das Artes da Madeira.

Teatro do AVESSO com balanço positivo
Integrado na Associação do Avesso, o Teatro do Avesso, cujo trabalho se foca no desenvolvimento sociocultural dos associados e da comunidade em geral, tem por objetivo sensibilizar e criar públicos para o Teatro e ser uma alternativa às ofertas teatrais na Região nesta área.

Com 11 espetáculos realizados na Ponta do Sol, três na Camacha, quatro no Teatro Municipal Baltazar Dias e 2500 pessoas na assistência da primeira produção do ‘O Servidor de dois Amos’, a companhia faz um balanço positivo da primeira temporada artística, iniciada em Outubro de 2014.

Já sabe, o próximo espetáculo arranca a 15 de Maio.  Faça a sua reserva através do número 963 355 528 ou do email associacaoavesso@gmail.com.

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Cristina Cunha / Nutricionista e Dietista

Os sumos de fruta naturais hidratam e proporcionam uma boa quantidade de vitaminas e minerais, mas não se deve abusar. Por ser rica em vitaminas, minerais e fibra, a fruta é um alimento imprescindível. O ideal é que as crianças comam entre duas a quatro porções por dia, sendo que uma porção não é uma peça de fruta, mas antes 100 gramas. Assim, convém que comem entre 200 e 400 gramas.

Muitas crianças recusam a fruta inteira, mesmo se estiver descascada e cortada, mas gostam do sumo. Este não tem todas as vantagens da fruta inteira, que se come com os princípios ativos intatos e com toda a fibra. Por outro lado, a fruta inteira conserva as vitaminas, e ao mastigá-la favorece-se, entre outras coisas, o trânsito intestinal.

O conteúdo das vitaminas reduz-se notavelmente ao descascar, partir e espremer a fruta, por acção da luz, ao entrar em contacto com o ar e com o passar do tempo.

Para minimizar as perdas, o sumo deve ser preparado apenas no momento de o beber. Se tiver que ser feito com antecedência, deve guardar-se num frasco opaco e hermético e conservar-se no frigorífico.

Antes de espremer a fruta, esta deve ser bem lavada, mesmo que se descasque depois, e desta forma evita-se que os contaminantes e as impurezas da pele passem para o sumo. A pessoa que o prepara também deve lavar as mãos. O sumo mais consumido é o de laranja, mas existem muitas outras possibilidades: ananás, pêssego, maçã, pêra, morango, papaia, limão… Para variar e para que as crianças não se cansem podem-se misturar duas ou mais frutas: maçã e morango; pêra e pêssego, etc.

Não é conveniente dar as crianças grandes copos de sumo, que podem encher-lhes o estômago e impedir que comam outros alimentos que também são importantes. Em nenhum caso se deve ultrapassar a quantidade de fruta recomendada por dia, tanto em sumo, como inteira. Se o suco não for ácido, não é necessário adicionar açúcar.

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O Marítimo marcou o 1-0 de grande penalidade. Aos 31 minutos, Olegário Benquerença assinalou falta de Marco Matias sobre Bruno Gallo dentro da área e na conversão o mesmo Bruno Gallo marcou de forma superior a grande penalidade, colocando o Marítimo na frente do marcador.

Aos 40, a equipa de Ivo Vieira ficou reduzida a dez jogadores com a expulsão de Éber Bessa.

Na segunda parte, o Nacional chegou ao empate aos 80 minutos por intermédio de Soares. Na sequência de um bom passe de Lucas João, o ponta de lança brasileiro ganhou espaço na área e rematou sem hipótese para Salin.

O Marítimo já não vence o Nacional há seis jogos.

 

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FOTO Lusa
Os chefes de Estado e de governo dos 28 vão reunir-se de emergência esta quinta-feira, em Bruxelas. Uma cimeira para discutir opções de ação imediata à tragédia dos naufrágios recorrentes no Mediterrâneo.

A cimeira extraordinária do Conselho Europeu foi convocada, esta segunda-feira à tarde, pelo seu presidente. Numa mensagem vídeo divulgada na sua conta na rede social Twitter, Donald Tusk diz que “não podemos aceitar que centenas de pessoas morram a tentar atravessar o mar para a Europa”.

Ao marcar a reunião, Tusk afirma não esperar “soluções imediatas para as causas que estão na raiz do problema da migração”, porque essas não existem. “Se existissem já as teríamos usado há muito tempo”, justifica. A cimeira vai sobretudo servir para que a Comissão Europeia e os Serviços Europeus de Ação Externa apresentem opções para uma ação imediata.

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Foto PSD

Miguel Albuquerque  tomou posse, na tarde desta segunda-feira, como presidente do XII Governo Regional da Madeira, numa cerimónia que contou com a presença de dezenas de convidados. Entre eles, Alberto João Jardim.

Um Governo humilde, disposto a dialogar mas imune a pressões e a interesses setorias é o  que promete Miguel Albuquerque, sucessor de Alberto João Jardim na presidência do Governo Regional da Madeira.

“Temos total disponibilidade para estabelecer pontes de diálogo, temos a humildade de ouvir os outros, mas que ninguém duvide da nossa determinação férrea de tomar as decisões necessárias ao Bem Comum”, sublinhou o governante, há instantes, no seu discurso de tomada de posse.

Albuquerque que não esqueceu os desempregados, a instabilidade social e as comunidades madeirenses garantiu que o seu Executivo será imune “a pressões ilegítimas ou interesses setoriais”, deixando a certeza de que não arrepiará  caminho às decisões importantes para a Madeira, “mesmo as menos populares” e dando conta da vontade de estabelecer consensos com a oposição em matérias decisivas como o novo hospital, a reforma dos sistema político ou a necessidade de um novo quadro fiscal para a Região.

O novo  líder madeirense anuncia um programa de Governo focado na sustentabilidade das finanças públicas, na melhoria dos setores da saúde, educação e transportes e na redução da carga fiscal.

Albuquerque e os seus secretários prestaram juramento, esta segunda-feira, na cerimónia de posse do XII Governo Regional da Madeira que contou com a presença do ministro da Presidência e Assuntos Parlamentares, Marques Guedes, em representação do o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho.

Presente na cerimónia, Alberto João Jardim revelou-se satisfeito com a determinação do novo líder relativamente à defesa da Autonomia regional.

Durante a manhã foi instalada a Mesa da Assembleia Legislativa da Madeira, com a realização de uma sessão plenária que deu início à I Sessão Legislativa da XI Legislatura. Tranquada Gomes, deputado do PSD, foi eleito Presidente da Mesa da Assembleia pela maioria, tendo assumido o lugar que foi ocupado por Miguel Mendonça durante 21 anos.

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Ivo Vieira iniciou o percurso como treinador adjunto no Nacional em 2004/2005 onde esteve ao lado de Casemiro Mior e de João Carlos Pereira mas na época seguinte o atual treinador do Marítimo foi o braço direito de Manuel Machado que chegava ao Nacional proveniente do Vitória do Guimarães.

Foi a primeira temporada do atual treinador alvi-negro na Choupana e para além de José Augusto, Ivo Vieira era o outro adjunto da equipa técnica tendo transitado da época anterior.

“O Ivo indicava ser uma grande promessa como treinador tendo como característica a sua garra e vontade de trabalhar aliada ao seu conhecimento prático como jogador”, recorda Cléber, um dos jogadores do plantel de 2005/2006.

“Na altura, o Ivo estava iniciando como treinador e estava já muito identificado no Nacional como jogador. Na verdade, ele já tinha o perfil quando jogador porque já auxiliava os treinadores. Quem chegava já o via como referência e exemplo”, complementa Fernando Cardozo, que também estava no Nacional quando Manuel Machado e Ivo Vieira eram parceiros na equipa técnica alvi-negra.

O antigo central e ex-capitão do Nacional recorda que entre Machado e Vieira a relação era de grande tranquilidade. “Era uma relação tranquila, até porque, como disse, às vezes essa transição de jogador para a equipa técnica é complicada”, sublinha, confessando ter “aprendido muito com Ivo Vieira” de quem diz ser uma “pessoa muito fácil de trabalhar.”

“A relação deles era muito boa. O Manuel Machado confiava e explorava suas qualidades”, acrescenta, Cléber, reforçando: “O Ivo era muito bom com os jogadores até por ter sido jogador, falava a mesma língua e isso facilitava a convivência.”

MACHADO “USA A SUA SABEDORIA PARA RESOLVER CONFLITOS INTERNOS”

Instando a comentar a opinião sobre Manuel Machado, Cléber Monteiro foi claro. “O Manuel Machado é um professor com muito conhecimento técnico e tático. Ele usa a sua sabedoria de forma muito eficaz para resolver conflitos internos e manter o ambiente de trabalho sempre saudável, o que é muito importante num grupo de trabalho. A sua forma de agir no dia a dia faz com que os jogadores se solidarizem com ele”, conclui.

Já Fernando Cardozo lembra que em 2005/2006 Manuel Machado tinha muito mais experiência do que Ivo Vieira mas acredita que o treinador do Marítimo aprendeu muito nos últimos tempos.

“O Ivo, hoje, já aprendeu muito. O Machado continua agora a ser mais experiente, isso é um fator importante, que ajuda a conseguir coisas boas, mas num dérbi os jogos às vezes ficam diferentes até porque ninguém quer perder com um rival”, lembra o antigo central em jeito de conclusão.

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Serginho Cunha / Ex-jogador do Nacional

Ao longo da minha longa carreira no Nacional da Madeira joguei muitos dérbis com o Marítimo. Foram todos eles grandes jogos, com grandes jogadores. O Bruno, o Jokanovic, o Edmilson, o Ivo Vieira e o Miguel Fidalgo são apenas alguns dos muitos nomes que agora recordo.

Se tivesse de eleger o dérbi que maior significado teve para mim, não tenho dúvidas em escolher uma final da Taça da Madeira frente ao Marítimo que foi realizada no Porto Santo. Nós vencemos o troféu depois de termos vencido por 2-0 com dois golos meus. Lembro-me ainda muito bem desse jogo que acabou por ser marcante.

Falando um pouco agora da rivalidade que tínhamos com o Marítimo na altura, era muito forte, mas também agradável. Nos momentos que entrávamos em campo diante do rival havia em mim um sentimento…Não há como definir, só jogando para sentir essa sensação!

Apesar de não ser português e de não ter nascido na Madeira sentia muito essas emoções fortes. Apesar de ser uma emoção muito intensa, forte, começando o jogo tudo isso passa. Só o jogo interessa.

Não quero terminar sem antes desejar que ganhe o melhor hoje. Desejo boa sorte a todos os intervenientes mas tomara que ganhe o Nacional!

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O Esquadrão Maritimista, juntamente com os Ultras Templários, distribuiu na última segunda-feira aos sócios do Marítimo 200 bandeiras com o símbolo e as cores do clube verde-rubro. A garantia foi dada ao AgoraMadeira pelo líder da claque Francisco Santos que sublinhou o cariz especial do jogo, tendo em conta que do outro lado está o rival de sempre, o Nacional.

As bandeiras, segundo o responsável, já foram feitas há algum tempo e pensadas especificamente para o dérbi do campeonato no estádio dos Barreiros.

Tendo em conta que o Esquadrão Maritimista se concentra no Topo Norte do recinto, as bandeiras foram distribuídas aos sócios presentes naquela parte do estádio de forma a colorir ainda mais de verde e vermelho o ambiente no “Caldeirão.”

A claque “Ultras Templários” também esteve associada a esta iniciativa.