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Tiago Góes Ferreira / Apresentador de televisão

Ainda está bem fresquinho na memória de todos, aquele patético teatrinho de Joseph Blatter, comparando Cristiano Ronaldo, o nosso CR7, com um rude comandante, contra um pequeno, dócil e indefeso Lionel Messi. Curioso… porque, se bem me recordo, grandes “comandantes” da nossa história eram até mais pequenos Messis, do que propriamente gigantes Cristianos Ronaldos.

Ora vejamos: D.Afonso Henriques, o conquistador, era um guerreiro forte mas de baixa estatura. Napoleão Bonaparte, tinha pouco mais de 1,50m. Até o William Wallace, do Braveheart, não passava de 1,75m. Mas eu percebo. Já diziam os Kussondulola: “Senhor Comandante…(e neste caso) ele é perigoso… perigoso!” Um perigo à solta, que fez o Senhor Blatter engolir, em seco, tudo o que disse, entregar duas bolas de Ouro a CR7 e ainda tremer dos joelhinhos depois daquele impiedoso SIMMMMMM do nosso terrível comandante!

E quando julgava Blatter que se tinha livrado da maldição de CR7, eis que aparece outro 7, também ele em tons de vermelho e verde, para amaldiçoar a sua recandidatura à liderança da sua querida FIFA. Mas este 7 é mais maduro, atua fora dos relvados e, ainda por cima, percebe verdadeiramente de bola. Até já ganhou uma bola de ouro! E quem é que a ofereceu… quem foi? Joseph Blatter!!

Aguardo agora, ansiosamente, por uma nova paródia do nosso dramaturgo Joseph,  com o desejo de largos milhares de likes e visualizações. Imagino uma rábula em  que um super-herói, de seu nome Figo, consegue engolir uma pequena e indefesa Joseph Bolota!

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teatroEntre os dias 20 e 28, a  Camacha volta a ser a capital do teatro, com a sexta edição do festival ‘AMOTeatro’ a oferecer uma grande diversidade de manifestações artísticas.

Esta iniciativa, organizada pela Casa do Povo da Camacha, arranca com a performance dos artistas do Teatro Experimental da Camacha (TEC) e a peça ‘Foge! Que vem aí o chinelo’.

A 21, o auditório da Casa do Povo da Camacha é palco para um ‘Bolo de Arroz’, executado pela Companhia de Teatro PORTA 27.

‘Retratos’ do Projeto OLHO-te é o projeto em cena, pelas 12h30 do dia 22, seguindo-se, às 21 horas, um espetáculo de marionetas.

A 23 de março, pelas 21h00, é ‘Noite da Palavra’ e, no dia seguinte, há ‘Ode Triunfal’ do Contigo Teatro.

Para consultar o programa na íntegra, clique no cartaz.

 

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Pedro Calado foi recentemente reeleito para mais quatro anos há frente da Associação Madeirense de Automobilismo e Karting (AMAK). Numa entrevista ao AgoraMadeira o dirigente revelou que este ano o organismo vai poder apoiar as organizações dos clubes mas confessou estar muito preocupado com o ano de 2015.

Quais são os objetivos para mais um mandato à frente da Associação Madeirense de Automobilismo e Karting?

A ideia é dar continuidade ao que já foi feito. O primeiro mandato foi muito importante porque tivemos de criar uma estrutura que não existia na Região. Não havia nenhuma entidade representativa de todos os pilotos e de todos os clubes ao nível automóvel. Havia essa carência. O automobilismo é a modalidade que tem maior número de adeptos na Madeira e aquela cujos intervenientes não têm qualquer tipo de apoio. Nós fizemos a primeira candidatura no segundo ano de mandato, em 2013, e conseguimos esse apoio que foi recebido no final de 2014. Entretanto, já fizemos a segunda candidatura ao programa de apoio do Governo Regional e penso que as coisas estão bem encaminhadas. Posso dizer que no ano de 2015 vamos conseguir voltar a apoiar financeiramente os pilotos. Será uma verba idêntica à anterior mas a diferença é que estamos em condições de começar a apoiar as organizações dos clubes. Serão pequenas coisas mas são verbas que representam muito dinheiro para cada um dos clubes. Esse apoio vai acontecer pela primeira vez este ano.

Ao longo do primeiro mandato, foi muito o trabalho feito junto da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting?

Sem dúvida. Fizemos um trabalho muito grande junto da FPAK para que se conseguisse adaptar na Madeira a regulamentação às nossas especificidades. Nós fomos pioneiros na Região ao alargamento do campeonato a todo o tipo de viaturas, o que agora se faz no continente. Hoje, todos os clubes que organizam provas do campeonato da Madeira estão representados na AMAK e os pilotos têm tido uma adesão muito grande ao nosso programa. Creio que vamos para um segundo mandato com a casa arrumada. Só precisamos de maior adesão dos pilotos.

Quais são os maiores desafios que se deparam ao automobilismo regional nesta conjuntura financeira complicada?

O desporto automóvel não é um desporto barato. É caro. Toda a gente gosta de chegar em primeiro mas para isso é preciso ter mestria mas também um bom carro com boas qualificações, uma boa assistência e isso custa dinheiro. Custa dinheiro manter e adquirir….e hoje em dia os patrocinadores também estão com muitas dificuldades. Estamos num momento de recessão económica mas se no campeonato nacional teremos carros muito bons, na Madeira eu temo que o ano 2015 seja o bater no fundo. A verdadeira dificuldade será sentida este ano e o nosso objetivo é fazer com que essa dificuldade seja esbatida nos apoios que vamos tentar arranjar para apoiar os pilotos e minimizar os custos de participação nos eventos. Por exemplo, toda a gente se preocupa com a segurança mas isso também representa um custo acrescido para os pilotos. Um hans, um fato especial homologado à prova de fogo e um capacete custam em média 1000/1200 euros o que num orçamento de um piloto que costuma fazer um campeonato a meio da tabela representa muitas vezes um terço do orçamento para todo o campeonato.

Bater no fundo é um termo forte. Que indicações tem nesse sentido?

Os problemas que vemos ao nível nacional geralmente têm cerca de um ano e meio/dois anos de decalage até chegar à Região. Enquanto que no continente essas dificuldades foram muito sentidas no ano passado e há dois anos em termos de campeonato nacional, aqui na Madeira isso não se sentiu mas estou convencido que em 2015 isso vai acontecer. Vai haver muita dificuldade para as equipas em pôr os seus projetos na estrada, em terem carros competitivos, carros que consigam aguentar uma época inteira sempre a um determinado ritmo. O Rali Vinho Madeira, por exemplo, é muito longo e duro em termos de mecânica e se calhar vamos ter muitas equipas sem terem a capacidade de prepararem as viaturas a tempo e a horas para fazerem uma representação digna, daí que tenha muito receio no ano de 2015.

O EFEITO NEGATIVO DA MUDANÇA DE GOVERNO

A mudança de Governo também não ajuda na questão da atribuição dos apoios…

Nem mais. O ano de 2015 é um ano atípico na Madeira. Em Março vamos ter eleições para o Governo Regional, o atual executivo está em gestão corrente e por isso não pode tomar decisões. O próximo Governo que tome posse em fins de Abril/Maio poderá apresentar um Orçamento Retificativo mas só no final do terceiro trimestre é que haverá um início de desenvolvimento económico, o que vai ter efeitos nas empresas que poderão não investir tanto. Se as empresas se retraem vão conceder menos apoios a esta atividade desportiva e isso vai fazer com que os pilotos também não tenham tantas possibilidades, por isso teremos um ano difícil e de alguma contração.

E a primeira prova é já no próximo fim de semana, a Rampa da Ponta do Sol.

Sim. A ver vamos pelo número de participantes que esta primeira prova vai ter e vamos compará-los com o número de inscritos do ano passado. A ver vamos se isso vai acontecer ou não.

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Cerca de 30 pessoas, oriundas de vários pontos do país, iniciaram, este sábado à noite, uma vigília solidária de apoio a José Sócrates junto à cadeia de Évora, onde o antigo primeiro-ministro socialista está em prisão preventiva.

Segundo a agência Lusa, os apoiantes do ex-primeiro-ministro concentraram-se cerca das 19.00 horas junto ao Estabelecimento Prisional de Évora para uma “noite solidária” que, asseguram, se prolongará ao longo de 14 horas, até às 9.00 horas de domingo.

“Sócrates amigo, o povo está contigo”, “Sócrates amigo, estamos aqui contigo” e “presos políticos nunca mais” foram outras das frases entoadas pelos apoiantes do ex-primeiro-ministro, que se deslocaram de localidades como Vila do Conde, Porto, Braga, Covilhã, Leiria, Lisboa e Mafra.

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De cor e aroma intensos, o Alvarinho é uma das melhores castas brancas enxertada nas vinhas portuguesas e não admira, por isso, que seja muito cobiçado. O delicioso vinho está, por estes dias, no meio de uma disputa que promete fazer correr tinta. Em causa está o alargamento da sua produção a todos os concelhos da  Região de Vinhos Verdes. alvarinho1

José Diogo Albuquerque, secretário de Estado da Agricultura, garantiu ontem, em Monção, que a legislação que vai regulamentar o alargamento da produção de vinho Alvarinho vai mesmo ser publicada na próxima semana. O governante foi recebido com fortes protestos da parte de 150 produtores de Melgaço e Monção.

“A decisão da região é a decisão que será. O que temos no setor do vinho é que existe uma certa autorregulação pelas regiões, que depois tomam decisões, e o Governo homologa. Quando encontramos questões que não se podem compadecer com a legislação nacional ou comunitária aí verificamos, mas neste caso foi um acordo bastante trabalhado e eu concordo inteiramente com ele”, vincou.

Quem não aceita esta posição são os produtores que vão avançar, garantem, com uma providência cautelar contra o alargamento da produção do vinho Alvarinho cujo papel tem sido vital no desenvolvimento do município de Melgaço.

Entretanto, foi inaugurado, ontem, o primeiro museu dedicado ao vinho Alvarinho que fica situado na Casa do Curro, um imóvel do século XVII no centro histórico de Monção.  Este investimento custou 148 mil euros e é, na verdade, uma homenagem a este néctar e a todos os produtores que, ao longo dos anos, têm contribuído para a  promoção e valorização deste produto.

O que os produtores de Melgaço, incluindo os acionistas da empresa ‘Quintas de Melgaço’ cuja maioria do capital é detido pela autarquia local, temem é que  o acordo prejudique a sub-região e todo o trabalho por ela preconizado.

Naquele concelho há cerca de 450 hectares ocupados pela produção de Alvarinho. Segundo números da Associação de Produtores de Alvarinho (APA), são produzidos anualmente nos dois concelhos, cerca de dez milhões de quilos de uvas daquela casta que dão origem a sete milhões de litros de Alvarinho.

 

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Não é a primeira vez e com certeza não será a última que a CPL Healthcare vem a Portugal recrutar enfermeiros para o Reino Unido. Os ingleses ‘estão de olho’ no talento nacional e, desta feita, as entrevistas são a 5 e 11 de Março, no Porto e em Lisboa.

Quem passar à entrevista ganha a oportunidade de trabalhar no prestigiado NHS Cambridge University Hospital e no Hospital Universitário de Birmingham.  Em Cambridge, há mais de 50 vagas em aberto para recém licenciados ou enfermeiros com experiência mínima de 6 meses para as seguintes especialidades: medicina, cirurgia, oncologia, neurociências, pediatria & emergência pediátrica e cuidados intensivos.

Os ingleses prometem excelentes condições salariais, benefícios em oferta e simpáticas perspetivas de progressão laboral, dependendo da experiência profissional, condições que podem ser consultadas na própria página da CPL Healthcare.

O hospital de Cambridge é um dos maiores e mais conceituados hospitais do Reino Unido, com reputação a nível mundial.  Ainda assim, a Ordem dos Enfermeiros alerta para a necessidade de serem acionados certos cuidados na hora de executar uma candidatura para trabalho no estrangeiro. Entre eles, confirmar sempre se trata de uma empresa credível legalmente constituída junto das Embaixadas e Consulados acreditados em Portugal.

Patrícia Gaspar|AgoraMadeira

Um saco de plástico pode levar 300 anos a se decompor. É uma ameaça a diversas espécies animais, um aliado do Aquecimento Global e do Efeito Estufa e, ao que parece, o melhor amigo dos portugueses. Só mesmo uma taxa para travar os campeões europeus no uso dos ‘sacos plástico leves’!

Desde que passaram a ser sujeitos ao pagamento de imposto, os sacos de plástico leves “praticamente desapareceram” dos supermercados continentais, regozijou-se ontem o ministro do Ambiente. Infelizmente foi preciso implementar uma taxa de dez cêntimos para que isso acontecesse.

Mesmo que ‘à força’, este incentivo governamental ao corte de um hábito de extrema irresponsabilidade ambiental  – é que em nome do nosso conforto, muitas vezes nem nos apercebemos de que estamos a hipotecar o planeta e a vida das gerações futuras – é muito bem-vindo a até corajoso. Não sendo, de todo, uma medida pacífica, aliás já mereceu bastante contestação, este é um daqueles procedimentos que, acredito, deixará, em poucos anos, de ser questionado, sendo naturalmente aceite pelas gerações mais jovens.

Os números são realmente exagerados. Cada português utilizava mais do que um saco de plástico por dia, num total de 466 por ano, o que aponta para uma total falta de consciência ambiental. Das duas uma: ou as pessoas não estão informadas sobre as consequências tremendas do uso abusivo deste material ou, pura e simplesmente, não se interessam. De qualquer maneira, talvez se justificasse um reforço das acções de sensibilização direccionadas para a população em geral, uma vez que esse trabalho tem sido feito, e bem, nas nossas escolas.

A taxa ainda não se aplica à Madeira, uma vez que a lei tem de ser adaptada à Região. E só deve acontecer depois das eleições antecipadas de 29 de Março, segundo li. Já temos a experiência de pagar pelos sacos de plástico numa das cadeias de supermercados na Região, mas até que esta medida seja efetiva no arquipélago há tempo de preparar os antigos sacos de pano ou outras alternativas recicláveis. Uma forma tão simples de proteger o Ambiente!

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Portugal vai entregar, no mês de Março, seis mil milhões de euros ao Fundo Internacional Monetário (FMI), anunciou a ministra das Finanças esta sexta-feira, em Viseu, na sequência de um encontro promovido pelos dois partidos da coligação.

Maria Luís Albuquerque garantiu que o país está em condições para avançar com esta primeira tranche do reembolso de 14 mil milhões de euros que tem para pagar no prazo de dois anos e meio. “Este reembolso está autorizado e foi já aprovado nos parlamentos onde tinha de ser e estamos em condições de no mês de Março fazer uma amortização de seis mil milhões de euros ao FMI”, disse a governante que deixou também a promessa de acelerar o resto do pagamento para desta forma poupar nos juros.

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É uma situação pouco frequente, mas a verdade é que o jogo do Marítimo com o Vitória de Guimarães desta sexta-feira, que abriu a 23ª jornada, vai obrigar Leonel Pontes a mexer em cinco habituais titulares para o próximo jogo de uma só assentada.

Assim, para além de não poder contar com Marega nem com Raúl Silva que foram expulsos, o treinador verde-rubro vai ter de arranjar alternativas a João Diogo, Edgar Costa e Bruno Gallo, três habituais titulares e que frente aos vimaranenses viram o quinto amarelo e por isso terão de cumprir um jogo de castigo, que será no próximo dia 8, no estádio dos Barreiros, diante do Paços de Ferreira.

Ou seja, problemas a mais para Leonel Pontes que tem mostrado grandes dificuldades em conseguir bons resultados nesta que é a época de estreia enquanto treinador principal. A derrota por 1-0 frente ao Vitória de Guimarães (que ainda falhou uma grande penalidade) foi a terceira nos últimos quatro jogos.

Aliás, analisando os seis jogos até agora realizados na segunda volta pelo Marítimo, só por duas vezes os verde-rubros saíram vitoriosos, diante do FC Porto e frente ao Penafiel. As derrotas aconteceram em casa com o Gil Vicente e com o Belenenses, e agora com o V. Guimarães. Houve ainda um empate diante da Académica.

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Em vez de comparticipar diretamente os medicamentos para deixar de fumar, os responsáveis do Ministério da Saúde admitem a hipótese de devolver ao “não-fumador comprovado, ao fim de um período de ausência de consumo”, o valor que corresponderia ao apoio estatal no tratamento, anunciou o PÚBLICO está manhã.

O jornal cita o secretário de Estado adjunto do ministro da Saúde, Fernando Leal da Costa, considerando que a percepção do risco associado ao tabaco ainda é incipiente em Portugal.

A campanha que agora vai ser lançada pretende justamente “informar e mobilizar os cidadãos para uma mudança legal que vise proteger mais os menores”. Os menores e também outros fumadores passivos, como as mulheres grávidas e as pessoas que trabalham em ambientes com fumo, como restaurantes, bares, discotecas e casinos.

Mas ideia de devolver aos não fumadores o valor da comparticipação dos fármacos para deixar de fumar é, por enquanto, apenas uma das hipóteses em estudo, adianta o ministro ao Público.

“Ainda não desistimos de procurar a comparticipação dos medicamentos para a desabituação”, afirma Leal da Costa, enquanto frisa que está a ser analisada “a melhor forma de o fazer” em conjunto com a DGS. No final do ano passado, admitia-se que a comparticipação destes medicamentos seria da ordem dos 40%.