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Redação

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O corpo de uma cidadã britânica, desaparecida desde novembro do ano passado, foi encontrado na terça-feira à noite, enterrado no quintal da casa onde residia, em Portimão, Algarve, anunciou a agência Lusa fonte policial, esta terça-feira à noite.

O marido e principal suspeito também tem nacionalidade britânica. A vítima terá entre 60 e 70 anos. A investigação vai continuar a cargo da Polícia Judiciária.

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A proteção civil açoriana e o Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores (CIVISA) informaram esta terça-feira que se mantém a atividade sísimica de baixa magnitude “acima dos valores normais de referência” nas Furnas, ilha de São Miguel.

Depois de só no domingo passado terem sido registados 48 pequenos sismos, ao longo de segunda-feira ocorreram mais nove, subindo o total de eventos para 57, segundo a última atualização feita pelo Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores (SRPCBA) e o CIVISA, que não observaram danos.

Três destes sismos foram sentidos nas Furnas, com intensidade máxima II/III (escala de Mercalli Modificada), um deles no domingo de manhã e os outros dois na segunda-feira, às 18h19 e às 22h48 locais (uma hora mais tarde em Lisboa). Estes três sismos tiveram magnitude entre 1.8 e 2.0 na escala de Richter e todos com epicentro entre quatro e cinco quilómetros a oeste das Furnas.

FONTE: Correio da Manhã

 

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As crianças que têm acesso a tablets ou smartphones nos seus quartos dormem menos do que as crianças que não têm acesso a estes dispositivos à noite, conclui um estudo norte-americano divulgado nesta segunda-feira.

 As conclusões da investigação publicadas na revista Pediatrics mostram que ter um chamado “pequeno ecrã” à mão é pior do que ver televisão, no que toca à falta de sono, de acordo com a observação de 2000 crianças em idade escolar.

No geral, aqueles que têm acesso a tablets ou smartphones dormem menos 21 minutos por noite em comparação com os que não usam essa tecnologia e têm mais probabilidade de acusar falta de sono. Já as crianças com televisão no quarto dormem menos 18 minutos do que as que não têm esses aparelhos na mesma divisão em que dormem.

“A presença de pequenos ecrãs, mas não de televisão, no ambiente de sono, está associada com a percepção de descanso ou sono insuficiente”, indica o estudo de Jennifer Falbe, da Universidade da Califórnia.

FONTE: Jornal Público

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Dois aviões privados de Elvis Presley estão à venda. Lisa Marie, personalizado pelo norte-americano em homenagem à sua filha, e Hound Dog II, vão a leilão.

A casa de leilões Julien Auction´s é o palco das licitações aos aviões do mítico cantor. O leilão está a decorrer sob a forma de propostas em carta fechada. Os aviões estão a ser vendidos como um lote com opção de compra de um terreno ao lado de Graceland para que continuem em exposição, já independentes do Museu Presley.

Hound Dog II é o nome de um dos jactos em licitação, comprado por Presley em 1975, dois anos antes da sua morte. O outro, o Lisa Marie foi comprado por Elvis no mesmo ano. O cantor pagou 300 mil dólares para a sua remodelação, de modo a incluir uma suite master com uma cama grande, uma sala de conferências e uma casa de banho com detalhes a ouro.

O avião comprado por Elvis foi em homenagem à sua filha. O último voo foi para transportar a sua ex-mulher Priscilla Presley e o actor George Hamilton, no seu funeral.

Ambos os jactos estavam em exposição em Graceland há cerca de 30 anos para que os fãs do cantor os pudessem visitar. Antes de ser adquirido por um consórcio para que fosse exibido, o Lisa Marie foi vendido em 1978 e teve dois proprietários.

O cantor faria 80 anos no dia 8 de Janeiro se fosse vivo, por isso 2015 será um ano de celebrações. O leilão realiza-se pelo fim do acordo de joint venture, que permitiu que os aviões fossem expostos.

FONTE: Jornal i

 

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A segunda fase da obra de remodelação do estádio dos Barreiros arranca a partir do próximo dia 19, apurou o AgoraMadeira. Assim, logo depois do jogo com o Benfica marcado para o dia 18 deste mês, vai iniciar-se a demolição da “velhinha” bancada central.

O processo será algo delicado tendo em conta a pala do recinto, não estando a prevista a utilização de explosivos de forma a salvaguardar o relvado. Será então através do recurso a máquinas que a antiga cobertura da principal bancada do “Caldeirão” vai deixar de existir.

Apesar da demolição total da bancada central, irão ser construídas duas torres provisórias de forma a permitir que os profissionais das estações televisivas possam continuar a trabalhar daquele lado da infra-estrutura.

«MARCO HISTÓRICO PARA O MARÍTIMO E PARA A REGIÃO»

Ao AgoraMadeira, o presidente do Marítimo Carlos Pereira destacou a importância do último do último dia 3, marcado pela realização do primeiro jogo oficial com as novas bancadas operacionais, aquando da receção ao SC Braga.

«Este dia foi mais um marco histórico na vida do Marítimo, na vida de Região, com uma infra-estrutura para ser realizada diariamente e não de 15 em dias», realçou. O mesmo sentimento tinham os adeptos.

«Este foi um dia muito importante para o Marítimo. O estádio está uma maravilha! Cheguei a pensar que não ia ver o estádio pronto e já não falta muito», exaltava Rui Alberto, adepto do Marítimo, esperançado no arranque da segunda fase da obra.

Gonçalo Santos/Profissional de Comunicação

Estou sentado em frente à praia, em Santa Cruz. O dia nasceu magnífico. O ano nasceu magnífico. O mar é de Verão. Apetece descer o areal e mergulhar.

(À minha volta, toda a gente dorme)

A Patrícia pediu-me para escrever um texto de opinião até dia 5. Confesso, fiquei entusiasmado por poder dar um pequeno, ínfimo, contributo ao projeto da Patrícia e do Sérgio.  Porque gosto deles.

Pensei escrever sobre política, sobre o Miguel e o Víctor e o Zé e o Roberto e o Edgar, mas são 10 e tal do primeiro dia de 2015 e o sol está aberto e da esplanada, vejo a linha de costa até Peniche. O mundo está em paz. Até o combate mais acirrado exige tréguas, de quando me vez, e as tréguas servem para pensarmos na pertinência dos combates que travamos.

(À minha volta, toda a gente dorme. Com exceção dos três cães da casa, já em roda viva).

Também me passou pela cabeça fazer uma antevisão do ano que começou, misturando os meus parcos dotes advinhatórios com alguma dose de cinismo e com um pouco de experiência de vida.

Alguém corre na praia. As ondas sucedem-se. Diz-se que a sétima é sempre a maior mas ninguém nos diz quando começa a contagem. Hoje, fazer a antevisão do ano seria como descobrir qual a sétima onda sem saber, sequer, qual foi a primeira.

(Sinto frio nas mãos. Com a idade, começa-se a sentir mais frio. Sobretudo nas mãos, quando se insiste em mante-las desprotegidas.)

O texto está bom, mas não é objetivo, disse-me o meu pai,  quando há uns dias lhe mandei um artigo para que me desse a sua opinião. Era verdade. Tão verdade, como a minha falta de vontade em muda-lo.  Para me defender, lembrei-me da Clarisse Lispector:

“O que me tranquiliza é que tudo o que existe, existe com uma precisão absoluta. O que for do tamanho de uma cabeça de alfinete não transborda nem uma fracção de milímetro além do tamanho de uma cabeça de alfinete. Tudo o que existe é de uma grande exatidão. Pena é que a maior parte do que existe com essa exatidão é-nos tecnicamente invisível. Apesar da verdade ser exata e clara em si própria, quando chega até nós torna-se vaga, pois é tecnicamente invisível. O bom é que a verdade chega a nós como um sentido secreto das coisas. Nós terminamos adivinhando, confusos, a perfeição”.

O texto, pai, justifica-se por si próprio. A Clarisse, pai, esclarece as minhas fugas à objetividade e à exatidão absolutas. Porque a verdade não as exige e eu, em abono da própria, não pretendo mais do que a minha verdade, ou antes, não quero mais do que ser honesto comigo.

Primeiro de Janeiro de 2015. O mundo está em paz. No areal, alguém observa as ondas que se sucedem, observando assim a vida a acontecer. Olhar para as ondas é sair de nós. É como pairar sobre o mundo e de fora, mirar a eterna sucessão de acontecimentos, sempre iguais sob diferentes roupagens.

Uma criança passeia um cão pachorrento. Leva um pau na mão, para o atirar. O cão irá agarrá-lo e devolvê-lo. A criança voltará a atirar o pau. O cão correrá, apanha-lo-á no ar e devolve-lo-á. A criança repetirá o gesto inicial. O cão agirá como é suposto. Criança, cão, mulher são a prova do eterno retorno.

Há objetividade na sucessão de ondas que a mulher observa? Há objectividade no próprio ato de observa-las? A objetividade está no cão que corre atrás do pau ou na criança que o atira? Não sendo objetivos, não serão todos estes acontecimentos verdadeiros?

Não será este texto tão verdadeiro como o ano que nasceu? Tão verdadeiro como o pau atirado, como a criança que o atira, como a mulher bonita que observa as ondas, como a costa recortada que faz Peniche parecer tão perto, como o sol que agora me aquece as costas, como o casario branco que cerca a praia, como o cigarro que acendo?

Primeiro de Janeiro de 2015. O dia nasceu magnífico. O ano nasceu magnífico. O mar é de Verão. Apetece descer o areal e mergulhar. O mundo está em paz. Deixemos a humanidade à sua ordem natural, como dizia o Almada Negreiros. Porque “a única maneira de equilibrar a esfera no ar é deixa-la estar no ar como a pôs Deus Nosso Senhor, às voltas à roda do sol, como a lua às voltas de nós e assegurada contra todos os riscos dos disparates da humanidade”.

Desculpem, Patrícia e Sérgio, se este texto não se enquadra nos pressupostos . Prometo ser mais objetivo nos próximos, mas não sei se tão verdadeiro.

 

 

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A comunidade madeirense no Brasil não espera mudanças decorrentes do segundo mandado da presidente Dilma Rousseff. Os madeirenses elegem como principal problema do país a corrupção, o desinteresse do governo brasileiro pelos emigrantes e o acesso à Saúde.

Armindo Faria, presidente da Casa da Madeira de Santos, uma instituição com 80 anos de existência, reconhece que as famílias instaladas há várias gerações no Brasil estão estáveis graças à sua capacidade de trabalho. O problema, refere, são os emigrantes recentes. Armindo Faria conta o caso de um madeirense que, nos primeiros 15 dias de permanência no Brasil, contraiu dengue.

“Como não tinha ainda plano de saúde, ele foi obrigado a recorrer aos serviços estatais que se recusaram a atendê-lo. Tivemos de intervir junto do Governo para ser tratado. Isto é um inferno: não tem saúde pública, nem segurança”, lamenta.

O madeirense natural da Ribeira Brava revela-se pouco optimista com o segundo mandato de Rousseff que considera estar ‘agarrada’ ao poder. “Estamos há anos lutando para sermos uma nação de valor, mas a corrupção e a governabilidade imposta nao tem nada a ver com o valor moral que fomos criados. O Brasil perdeu a sua imagem de país sério”, conclui.

Corrupção e saúde precária desencanta
José Tiago Martins reside no Brasil há pouco mais de dois anos. O jovem natural do Faial tem mestrado em Engenharia Civil – Infra estruturas de transportes e é nessa área que trabalha. Admite gostar da vida no Brasil, mas a corrupção e a insegurança são problemas que o preocupam.

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O jovem de 27 anos faz um retrato pouco positivo do país onde vive. “O serviço público de saúde é péssimo, o que me leva a pagar um convénio médico para poder ser bem atendido, os transportes públicos também não estão bem… O sistema de abastecimento público de água é mau… quase faltou água no mundial de futebol. Enfim.. É um país dos impostos”, sublinha.

Para quem pensa emigrar para o Brasil, Tiago aconselha a se preparar para enfrentar muita burocracia. A vida no Brasil é mais fácil, acrescenta, para quem tem licenciatura ou mestrado. “Se o imigrante tiver um nível superior de estudos e estiver empregado na área que estudou, acaba por ter um salário razoável e viver bem. Se não tem, já é mais complicado”.

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Um grupo de condenados, criou agitação por volta das 10 horas deste domingo, na cadeia de máxima segurança vulgarmente conhecida por B.O, localizada no município da Matola, província de Maputo, em Moçambique.

Segundo o jornal Folha de Maputo, a agitação aconteceu momentos depois de os presos terem tomado conhecimento de que Samuel Ricardo Amade, 26 anos, que estava internado no Hospital José Macamo, onde estava a receber tratamento ao HIV- SIDA, teria perdido a vida na madrugada deste domingo.

Samuel Ricardo Amade, condenado pelo Tribunal Judicial da Província de Manica, a 11 anos de Prisão Maior, por crime de roubo à mão armada, ingressou no Estabelecimento Penitenciário Regional de Máxima Segurança (B.O) no dia 19 de Setembro de 2011, transferido do Estabelecimento Penitenciário Agrícola de Manica.

Entretanto, até às 12:00 horas, as Forças de Segurança do Estabelecimento Penitenciário conseguiram controlar a situação e repor a normalidade no funcionamento da instituição sem registo de quaisquer danos materiais nem perda de vidas humanas.

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A Sonae SR vai expandir as suas atividades de retalho especializado ao nível internacional, com a abertura da primeira loja da MO em Moçambique.

Segundo o jornal ‘O País’, esta expansão enquadra-se na estratégia de internacionalização da Sonae que aposta numa marca diversificada ao conjugar mercados desenvolvidos, em países com forte potencial e dinamismo económico.

Miguel Mota Freitas, CEO da Sonae SR, afirma que  a entrada da MO em Moçambique marca a abertura da primeira loja das áreas de retalho da Sonae na África Subsariana, uma região onde as marcas  do grupo apresentam um forte potencial de desenvolvimento.

“A nossa proposta de valor assenta em produtos de qualidade a preços atrativos, adaptando-se a diferentes realidades e contextos, o que está a cativar o interesse de cada vez mais consumidores e parceiros em todo o mundo”, afirma.

Filipe Rebelo / Presidente da Associação Portuguesa de Deficientes da Madeira

Acredito que podíamos comparar a vida com uma equipa em qualquer modalidade desportiva.

Qualquer jogador sabe que, para ser o melhor, é preciso trabalhar dentro e fora das linhas, mesmo que isso signifique sacrificar quem lhe é próximo em prol da massa adepta, neste caso a sociedade. Quando assim é, qualquer presidente de um grande clube terá que ser inteligente, antecipar –se e aconselhar-se bem em todas as suas contratações.

O jogador joga onde se sente seguro e acarinhado, acreditando no projeto do seu clube, mesmo que isso signifique não ser campeão no imediato, mesmo ficando em 2° ou 3° lugar. Certamente, isso dar-lhe-á mais empenho no trabalho para alcançar o topo. Uma vez no topo, esse mesmo jogador deve respeitar os outros. É sabido que o dinheiro compra e que os jogadores mudam de clube, mas na vida, mesmo que o dinheiro fale mais alto, há que ter e agir com dignidade e respeito pelos princípios da ética.

Todos os grandes clubes sabem que têm fazer renovações nas suas estruturas, mas o passado nunca poderá ser apagado porque o futuro é feito da correcão dos erros do passado e, assim como num clube, a união entre direção, os sócios, adeptos e simpatizantes é fundamental à sua sustentabilidade, também na vida em sociedade essa unidade deve prevalecer.

Meus amigos e amigas “o caminho faz-se caminhado”.