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A nova época do futebol de formação vai ficar marcada por alterações no escalão de iniciados. Em declarações ao AgoraMadeira, o presidente da Associação de Futebol da Madeira (AFM), Rui Marote, explicou o que vai mudar.

“A novidade para 2015/2016 é que iremos implementar um campeonato com duas divisões no escalão de iniciados. Uma será a Divisão de Honra e outra a I Divisão Regional, à semelhança do que já acontece com os escalões de juniores e de juvenis”, anunciou o dirigente, recordando que na competição regional já houve algumas alterações para a época em curso nos escalões de formação, onde foi feita competição por idades, “o que permite que os mais jovens joguem mais durante mais tempo”, sublinhou o responsável.

Para o ano de 2015, Rui Marote deixa desejos dirigidos às equipas madeirenses que disputam os Nacionais de futebol: “A Madeira, como Região turística que é, importante que tenha todos os anos pelo menos uma equipa a disputar as competições europeias. Esperemos que isso volte a acontecer esta época, até pelos benefícios financeiros que tal irá trazer aos clubes apurados”, salientou o presidente da AFM, referindo-se, naturalmente, ao Marítimo e ao Nacional.

Quanto às restantes equipas…”faço também votos para que o União consiga atingir a meta de subir de divisão, e que as equipas no Campeonato Nacional, o Marítimo C e a Camacha, consigam ultrapassar as dificuldades que têm sentido, principalmente a Camacha que está um pouco mais abaixo”, realçou.

A finalizar ficou uma esperança em relação ao estádio do Marítimo: “Esperemos que o estádio dos Barreiros esteja rapidamente concluído porque é uma mais-valia para o futebol nacional”, concluiu.

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A empresa norte-americana SpaceX falhou hoje a aterragem de um foguetão numa plataforma flutuante no Oceano Atlântico, anunciou a imprensa internacional.

Apesar da falha, a Space X conseguiu levar a bom porto a quinta missão de abastecimento da Estação Espacial Internacional (EEI). A empresa quis tentar pela primeira vez pousar o ‘primeiro andar’ da cápsula Dragon numa plataforma no Atlântico.

O objetivo principal da missão foi, contudo, foi atingido: levar mais de 2,2 toneladas de alimentos e experiências científicas destinadas à EEI.

 

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No âmbito da rubrica “Sexta é dia de tirar dúvidas” respondemos esta semana à questão levantada por Teresa Romão, emigrante radicada na Alemanha, sobre a renovação das cartas de condução em Portugal, nomeadamente sobre a obrigatoriedade de atualização do documento aos 30 anos.

Eis a questão: “Aqui na Alemanha estamos com dúvidas quanto à renovação das cartas de condução em Portugal . A informação encontrada não está bem explicita e muitas pessoas continuam a ter questões acerca disso. Por exemplo: alguém que tirou a carta com 28 anos também terá de renová-la aos 30 anos?

Para responder à pergunta, o AgoraMadeira contactou o Subintendente do Comando Regional da PSP-Madeira, Adelino Pimenta que esclareceu a dúvida da seguinte forma:

“Em relação a essa questão concreta, o condutor em causa, por ter uma idade compreendida entre os 25 e os 30 anos está dispensado de revalidar o título de condução aos 30 anos. Esta dispensa abrange apenas esta faixa etária. Fora disso, o condutor só terá de renová-la antes dos 50 anos se tiver feito a carta depois do dia 2 de Janeiro de 2013. Devo sublinhar que essa renovação é puramente administrativa, no caso dos veículos ligeiros e dos motociclistas. Ou seja, não implica ter de fazer exames novamente. Para todas as pessoas que tenham tirado a carta depois dessa data têm então de renovar o documento administrativamente aos 30, 40, 50, 60, 65 e 70 anos. Depois dessas idades têm de fazê-lo de dois em dois anos. Já quem tirou a carta antes de 2 de Janeiro de 2013, a primeira revalidação é aos 50 anos.”

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Muitos atletas seguem estas medidas ‘à risca’ e recusam-se a praticar exercício físico sem as seguir. Mas estarão estes factos comprovados cientificamente ou serão apenas mitos?

O site Outside fez uma lista das medidas seguidas por muitos atletas e ‘desmistificou-as’.

  1.  “Beber sumo é a melhor forma de obter nutrientes”:“Se o sumo não for feito a partir da polpa, é melhor optar por um batido”, afirma a nutricionista Nancy Clark. Os batidos “incluem a fibra, a pele e todos os benefícios” que existem num alimento. Para além disso “um batido tende a possuir mais proteínas se for feito com iogurte grego”. No entanto, estes batidos podem ser altamente calóricos, afirma a nutricionista Monique Ryan – “Parecendo que não, está a ingerir seis frutos de uma só vez”. Ou seja, sumos e batidos são sempre bem-vindos, mas o melhor mesmo é comer os alimentos inteiros.
  2.   “As massagens ajudam a recuperar”:Um estudo realizado em 2010 por um grupo de investigadores canadianos da Ontario’s Queen’s University mostra que as massagens após os treinos não melhoram a circulação – chegam mesmo a reduzir a circulação sanguínea, já que comprimem os vasos sanguíneos. NO entanto, um outro estudo realizado em 2013 mostra que as massagens, desde que sejam feitas uniformemente, resultam. Assim sendo, não há problema em ‘esfregar’ um pouco os músculos logo após o exercício físico, desde que seja de um modo uniforme e no máximo 15 minutos após o treino.
  3.  “Fazer muito exercício de resistência faz mal ao coração”:“A saúde de quem corre até 64 quilómetros por semana”, explica Paul T. Williams, o investigador principal da National Runners’ Health Study – que acompanha 110 mil praticantes de jogging e 40 mil praticantes de marcha. Williams afirma que a saúde de uma pessoa (e o coração, especificamente) não se deteriora quando não se ultrapassa estes quilómetros. Aliás, as pessoas que correm mais de 5 quilómetros por dia têm menos 32% de risco de ter uma arritmia cardíaca.
  4.  “Só os atletas de alta competição é que precisam de treino mental”:Num estudo realizado em 1967, um psicólogo australiano dividiu vários basquetebolistas em três grupos – um grupo jogou ‘à vontade’ durante 20 dias, e os outros dois só puderam encestar no primeiro e no último dia. No entanto, um destes dois últimos grupos via todos os dias durante 20 minutos várias imagens de atletas a encestar. Conclusão: Os que mais melhoraram foram os que praticavam todos os dias (24%). Mas aqueles que viam imagens diariamente tiveram uma melhoria muito semelhante ao grupo anterior (23%). Os que não praticavam, nem viam imagens foram os que menos melhoraram.  Assim sendo, dedique-se também ao treino psicológico – sente-se num sítio sossegado e relaxante durante 20 minutos e pense (ou se conseguir visualize) os vários passos necessários para alcançar os seus objectivos.
  5.  “É necessário seguir uma dieta específica”:“Eu não receito uma dieta a ninguém”, explica Monique Ryan. “Baseio-me sempre no treino de cada atleta” e nos seus objectivos. Ou seja, nenhuma dieta será perfeita para todos os atletas. A rotina alimentar ideal depende dos seus objectivos, da sua saúde, da sua constituição física e do tipo de treino que faz.

FONTE: Jornal Sol

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Sete angolanos foram obrigados a regressar ao aeroporto de Luanda e impedidos de entrar em quatro países, nomeadamente Portugal, noticiou hoje a agência Lusa, citando fonte do Serviço de Migração e Estrangeiros (SME).

Segundo a Lusa, isto aconteceu na primeira semana do ano, sendo que a maior parte destes cidadãos nacionais angolanos foram impedidos de entrar por “falta de meios de subsistência”, dois no aeroporto de Lisboa e outros dois no de Casablanca (Marrocos).

Um terceiro angolano regressou de Lisboa por estar impedido de entrar em Portugal, enquanto outros dois casos se verificaram na Bélgica e no Japão, igualmente entre 01 e 07 de janeiro.

Na mesma semana, foram expulsos de Angola, através de processos tramitados pelo SME, 581 estrangeiros por via administrativa e um por via judicial, menos 229 casos que na semana anterior.

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Luís Filipe Malheiro / Jornalista

O que se passou em Paris esta semana, com o assassinato a sangue frio de 10 jornalistas da polémica publicação francesa “Charlie Hebdo” retirou os franceses da passividade idiota em que por vezes, muitas vezes, mergulham, no que à tolerância em democracia diz respeito, fazendo-os enfrentar de forma dolorosa a dura realidade da vulnerabilidade de um Estado forçado a olhar de forma pragmática para a violência e a ousadia de tudo o que se passou.

Sabem os que acompanham mais de perto esta problemática que o “Charlie Hebdo”, politicamente conotado com a esquerda radical, mantem há muitos anos uma linha editorial de crítica contundente do estado, do regime político, dos governantes franceses e mundiais, mas que privilegia também, através das suas polémicas primeiras páginas, uma clara aposta na crítica à religião e à Igreja.

O problema é que se é verdade que o crime de Paris ressuscitou a discussão em torno dos limites, sim ou não, da questão da liberdade de imprensa, sobretudo no seu confronto com o terrorismo, por outro está instalada também o debate, e alguma confusão, sobre qual a relação entre a liberdade de imprensa, a liberdade religiosa e a eventual necessidade de não envolver as questões religiosas, de uma forma tão acentuada, no modelo de críticas contundentes e do ridículo formalizado com recurso a cartoons que de inocentes não têm nada.

Admito que a sociedade democrática ocidental, porque se rege pelos princípios democráticos mais elementares – entre os quais o respeito pela liberdade de imprensa, provavelmente a níveis não tão rigorosos como o respeito pela liberdade e pelas opções religiosas dos povos – reaja com indiferença relativamente a posturas semelhantes à do “Charlie Hebdo” – salvo alguns sectores minoritários mais radicalizados. Mas sabemos que no caso dos muçulmanos, particularmente das vertentes mais radicais da sociedade islâmica, o problema muda de figura e a margem de tolerância é diminuta ou quase nula, quando a religião, o Corão e o profeta Maomé são atacados ou ridicularizados. Há duas formas de encarar a crítica à religião, duas formas diferentes de responder as quem opta por essa via. Não há que escondê-lo

A publicação francesa em causa há muito que tinha sido ameaça, aliás em linha com outras publicações, na Holanda e na Dinamarca, identificadas com a mesma linha editorial. Tudo por causa da ousadia de me meterem com situações “proibitivas”. Em Portugal não temos neste momento em circulação nenhum jornal comparável ao “Charlie” o que dificulta a perceção do que se passa por parte da maioria das pessoas. Estamos a falar de um jornal criado em 1970, que em 2012 esteve envolvido em grandes polémicas com sectores muçulmanos mais radicais, depois da publicação em primeira página de vários cartoons. Depois de um interregno entre 1981 e 1992, devido a dificuldades financeiras, o “Charlie Hebdo” alcançou fama mundial ao republicar as caricaturas de Maomé feitas pelo jornal dinamarquês Jyllands-Posten, em 2006. Em Novembro de 2011, a redação da revista foi destruída com uma bomba incendiária.

Não vale a pena alinharmos em manifestações de consternação ou de protesto, que nada resolvem, só porque os acontecimentos assumem uma determinada dimensão. Não me lembro de ver qualquer manifestação pública do género em Paris quando jornalistas foram degolados pelo Estado Islâmico. Não me lembro de uma reação tão organizada e sintonizada a esta escala quando mais de 70 jornalistas foram assassinados em 2014, todos eles vítimas de radicalismos políticos ou religiosos.

Por outro lado, há claramente uma linha vermelha que faz com que a atitude, normal e natural da sociedade francesa e de outros países ocidentais, esbarre com a realidade que hoje alimenta o radicalismo islâmico e a reação popular alimentada por sentimentos religiosos mais radicalizados e menos tolerantes. O Estado Islâmico, espelho do terror e da violência sanguinária veiculada por parte de alguns sectores muçulmanos mais radicais, classifica de “heróis” os autores de um atentado que a polícia francesa persegue ferozmente, que provavelmente os abaterá sem contemplações e os franceses, sobretudo estes, acham que são indignos de qualquer tolerância e de viver entre eles.

E o essencial de tudo isto? Estará a liberdade de imprensa realmente ameaçada? Terá o “Charlie” desvalorizado uma realidade que porventura teria obrigado a medidas preventivas que porventura foram descuradas? Pode a liberdade de imprensa tratar da mesma forma as questões políticas de um estado ou os protagonistas de um regime e as matérias de natureza religiosa quando neste caso a intolerância é excessiva e radicalizada? Confesso que não tenho respostas, até porque liberdade de imprensa, para mim, sempre foi um conceito inegociável em democracia. Sigo com interesse tudo o que vem sendo feito e dito sobre este tema, sem que até este momento tenha retido algo de concreto e de útil. Apenas emotividade que não impede que situações como esta se repitam seja lá onde for. Mas estaremos a falar realmente de sociedades democráticas na sua plenitude e de acordo com o padrão ocidental? Estaremos a falar de seguidores das regras elementares de uma democracia na sua plenitude?

Lembro que Charb, o assassinado diretor disse que não iria suavizar nem o seu discurso nem os seus desenhos: “É preciso continuar até que o islão seja tão banal como o catolicismo”. Biard, chefe de redação, explicou a postura do “Charlie” quando o assunto é a religião: “Somos um jornal que é contra as religiões assim que elas entram nos domínios público e político”. A minha questão de fundo é esta: o que é que ganhou o “Charlie” como massacre de 10 dos seus jornalistas assassinados de forma tão bárbara? O que é que ganhou a liberdade de imprensa com este crime em Paris?

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O museu de Paris recebeu 9,3 milhões de visitantes em 2014, um número considerado idêntico ao registado em relação a 2013, mas que permitiu que se mantivesse como o primeiro do mundo em termos de frequência, informou aquela instituição.

O público estrangeiro representou cerca de 70% dos visitantes, sendo que as nacionalidades que mais frequentaram o museu foram a americana, a chinesa, a italiana, a inglesa e a brasileira. Segundo o Louvre,  as suas colecções permanentes receberam, no ano passado, 100 mil visitantes a mais do que em 2013. Os jovens lideraram a procura.

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Marçal esteve muito perto de reforçar o Benfica no final da época passada. Quem o garante é o próprio jogador, em declarações ao AgoraMadeira.

“Na altura, o Benfica contactou o Nacional. Estiveram muito próximos de um acordo mas depois acabou por não acontecer. Estava de férias e ligaram-me a dizer que o Benfica tinha interesse em mim, que estavam conversando e estavam muito próximos de um acordo…”, confessou o lateral esquerdo brasileiro de 25 anos.

Porém, tudo mudou pouco depois. “Ligaram-me depois a dizer que já não havia acordo, mas o futebol é isso. Não se pode agradar só a uma parte e o Nacional não achou a proposta satisfatória. Queria ter dado o salto para satisfação pessoal e para ajudar a família. Ia ser um grande salto, mas fiquei tranquilo porque o que mais quero é jogar e ajudar o Nacional”, admitiu.

Agora, com o mercado de transferências de novo aberto, Marçal assegura que é pouco provável a saída e lembra que termina o contrato no final desta época.

“Não há qualquer contacto para sair agora do Nacional. Não digo que não há possibilidades, porque o mercado continua aberto, mas o meu contrato termina no final da época. Quem tiver interesse penso que vai olhar mais para essa altura e não para agora”, reconheceu, mostrando gratidão ao Nacional pelo facto de o ter contratado a um clube da Segunda Divisão B do Brasil.

“Gosto muito do Nacional. Foi o clube me deu a mão e que me ajudou porque jogava na Segunda Divisão B, por isso se saísse em Janeiro ficava feliz porque significava que ia ajudar o clube com o valor de uma transferência”, sublinhou. Sobre uma possível renovação com o clube alvi-negro, ficou uma certeza: “O Nacional ainda não me procurou para renovar mas já disse que estou recetivo a uma eventual proposta. Estou disponível para renovar se chegarmos ao valor que estou à procura. Não tem problema nenhum! A minha família gosta muito de viver na Madeira, assim como eu.”

O SONHO CHAMADO JAMOR

Marçal foi, uma vez mais, um jogador importante no Nacional, agora na vitória sobre o Marítimo desta quinta-feira a contar para os quartos de final da Taça de Portugal, mas os dias que antecederam o jogo não foram fáceis para o defesa alvi-negro.

“Estive quatro dias de cama e não pude jogar com o Guimarães. Tive uma amigdalite e otite. De ontem para hoje recebi três injeções para que conseguisse ajudar o Nacional hoje, o que era o mais importante”, sublinhou, falando já do que se segue na Taça de Portugal.

“Chegar ao Jamor é um sonho mas ainda há dois degraus para subir. O Sporting é uma equipa grande e são 180 minutos, mas vamos ver se conseguimos chegar à Liga Europa por um caminho diferente”, observou, reforçando: “Se eu puder sair do Nacional e deixar esse legado que é chegar a primeira vez ao Jamor, isso seria espetacular”, reconheceu.

Sobre a vitória nas grandes penalidades sobre o rival, Marçal, que marcou uma das grandes penalidades que ajudaram à passagem em frente, sublinhou a justiça da conquista.

“Lutámos bastante para conseguir a vitória, tivemos, inclusive, várias oportunidades para resolver o jogo antes dos penaltis mas é sempre bom vencer nos Barreiros. Na grande penalidade, normalmente não costumo bater bem, mas às vezes bate aquele que tem mais confiança e não aquele que bate melhor. E eu estava confiante. Já sabia como ia bater e o que ia fazer…”, concluiu.

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Os dois irmãos Kouachi foram vistos no Norte de França ainda no carro com que abandonaram Paris e continuam armados, segundo fontes citadas pela imprensa francesa.

A França procura agora os dois irmãos, suspeitos pelo atentado de quarta-feira na redacção do jornal Charlie Hebdo, que terminou com a morte de 12 pessoas.

Para além dos irmão de 32 e 34 anos, Hamyd Mouradi, de 18 anos, foi outro dos autores do ataque, que, neste caso, se entregou durante a última noite às autoridades francesas. A polícia concentra agora as buscas sobre os dois irmãos, Chérif e Said Kouachi. Ambos foram localizados na Estrada Nacional 2, na região de Aisne, no Norte do país, de acordo com testemunhas ouvidas pelo jornal Le Parisien. Os suspeitos encontravam-se a bordo do mesmo veículo no qual abandonaram Paris, um Clio branco, ao fim da manhã de quarta-feira, minutos depois do atentado.

Os homens foram vistos numa estação de serviço e foram identificados pelo gerente, que contactou a polícia. A testemunha afirmou que ambos estavam ainda mascarados e ainda dispunham do armamento com que executaram o ataque.

Entre os três suspeitos, Chérif Kouachi é o que recolhe mais atenção, uma vez que se trata de um nome conhecido dos serviços de contra-terrorismo franceses. Em 2008 foi condenado a três anos de prisão, dos quais 18 meses de pena suspensa, pela sua participação numa rede de envio de combatentes que se pretendiam juntar à Al-Qaeda no Iraque.

Dois anos depois, Chérif foi um dos suspeitos de conspirar para libertar um antigo dirigente do Grupo Armado Argelino Islâmico (GIA), Smain Ait Ali Belkacem, condenado a prisão perpétua em 2002 como um dos responsáveis pelo ataque a uma estação de metro em Paris, em 1995, que matou oito pessoas. O irmão de Chérif também era suspeito, mas ambos acabaram por ser ilibados por falta de provas, segundo a BBC.

FONTE: Jornal Público

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A Superintendência de Preços Justos da Venezuela multou uma sucursal da rede de supermercados Central Madeirense por ter detetado que várias caixas registadoras estavam encerradas.

Segundo notícias tornadas públicas na tarde de ontem, a SPJ penalizou a sucursal de Chacaíto, a leste de Caracas, com uma multa no valor de 2.500 unidades tributárias (336,30 euros).

“Os fiscais observaram irregularidades neste supermercado que tem nas suas instalações 12 caixas (registadoras) e quatro não estavam operacionais para efectuar o pagamento dos produtos que os venezuelanos adquirem”, explicou a SPJ em comunicado.

Depois de multado o supermercado recebeu instruções para abrir de imediato as caixas registadoras encerradas.